A Armadilha do Túnel de Luz

Texto de extrema importância

A ”realidade” atual, como já dissemos, não passa de um universo concebido por mentes criadoras, extremamente adiantadas tecnologicamente, onde nossos substratos espirituais se encontram aprisionados temporariamente.

Dizemos temporariamente uma vez que é possível se libertar dessa ilusão forjada, entregue a nós como concreta.

Nessa intrincada mescla de matrizes, algumas foram formadas para aprisionar essências espirituais, escravizando-nas e desconectando-nas, ao máximo, das suas ligações com a Fonte, deixando-nas expostas à vampirização, tanto de suas essências vitais, quanto de suas emanações negativas, impostas pelo sofrimento, gerado pelo desiquilíbrio social proposital.

Além da matrix, à qual estamos agrilhoados, existem outras infinitas, e é nosso dever espiritual expandir nossa consciência, tornando-nos cientes e atuantes, progressivamente, em todas elas.

Para que essa mensagem, de suma importância, seja compreendida e digerida devemos, inicialmente, tecer alguns comentários sobre o universo presente.

A maioria das correntes espiritualistas nos revela que, quando vivos, no corpo material de carne, vivenciamos a terceira dimensão e que, por ocasião do desenlace, mudamos consciencialmente de foco para a quarta dimensão, ou astral. Depois, de acordo com a evolução pessoal de cada um, alcançaremos níveis existenciais ainda mais elevados, a quinta dimensão, também conhecida como mental, a sexta, também denominada búdica, a sétima, ou nirvânica e assim sucessivamente, ao infinito.

Cada elevação focal para um plano superior significa mais sabedoria e mais felicidade. Os mais adiantados entre nós conseguem mesmo alcançar o nirvana, na dimensão de mesmo nome, postando-se estáticos, num estado vibracional de extrema positividade e felicidade.

Essas assertivas não passam de um engodo, falsas promessas, um alimento para a força motriz da esperança, visto que raríssimos alcançam esses planos e os que ”lá chegam”, dizem os instrutores dessas correntes, se livram dos ciclos reencarnatórios de sofrimento, postando-se em eterna contemplação a zelar pela felicidade própria e da humanidade.

A maioria absoluta, se não todos, inclusive os mais impolutos, não conseguem passar da dimensão mental e, depois de um tempo, são forçados a baixar o nível vibracional, migrando inversamente para as toscas quarta e terceira dimensões, reencarnando-se.

O que queremos dizer com todas essas afirmações é que todos esses planos dimensionais não passam de criações de uma mesma realidade matricial, idealizados pelos mesmos seres que projetaram a terceira dimensão.

Quando falamos que nossas dimensões, as quais temos acesso, foram idealizadas e materializadas por esses seres, queremos nos referir à tudo, tanto o que percebemos em baixo, no nosso planeta, quanto o que percebemos em cima, no universo que nos cerca.

Os subtratos espirituais dos seres em estágio primevo de evolução, as plantas, os pequenos animais, etc, encontram-se aqui, desenvolvendo-se, em corpos também projetados pelos criadores, alheios aos detalhes do universo que os cerca.

Por outro lado, os mais desenvolvidos que aqui se fazem presentes, onde incluímos nós mesmos e os habitantes de outros orbes e constelações, são divididos em grupos: a maioria dos extra-terrestres engloba os negativos que decidiram fazer parte desse palco, colaborando ativamente para que fiquemos na ignorância, a fim de concretizarem suas necessidades de emanações negativas, aqui abundantes. Existem também os libertos que adentram nossa matrix, periodicamente, para observar apenas, sem intervir. Faz parte ainda uma minoria positiva que, advinda da matrix superior, tenta interceder, nos alertando sobre a farsa do holograma ao qual estamos presos. Outros cativos sabem da farsa, mas estabaleceram moradas avançadas definitivas com suas civilizações intraterrenas e se postam como uma aristocracia que não tem interesse nem de ajudar as outras sociedades, nem de mudar para uma matrix mais avançada. Mais grupos extra-dimensionais também se fazem presentes, esporadicamente, com interesses diversos e exóticos, o que demandaria tempo de descrição, desnecessário para a pretensão desse texto.

É vital frizar que nossas essências espirituais não se libertam por ocasião do desenlace físico, continuam aprisionadas na mesma realidade, tendo apenas um período de repouso, para a posterior reciclagem, com o fim de serem novamente trasladados para a terceira dimensão, onde serão novamente explorados pelos seus captores.

Sei que é muito difícil para a maioria compreender que estamos sim, aprisionados em uma realidade forjada por seres de índole negativa, num sonho tenebroso onde as promessas de progresso não passam de meios de nos manterem aferrolhados a uma eterna rotina de nascimento, ignorância, exploração e morte.

Para verdadeiramente libertarmos as nossas essências espirituais e, talvez pela primeira vez em dezenas de milhares de anos, nos vermos livres e quase totipotentes, num outro universo que é também uma matrix, mas criada por seres muitissimamente evoluídos, que não nos tolheram as divinas capacidades, onde querer é poder, onde todo o conhecimento está totalmente disponível, precisamos nos desvencilhar dessa falsa realidade imposta por seres negativos, os quais, mais tarde, nomearemos.

Somos espíritos imortais, livres em nossa essência, de idade imemorial, aprisionados temporariamente nesse ciclo de sofrimento. E é do sofrimento que esses seres criadores se alimentam.

O problema não está na reencarnação em si, porquanto esse mecanismo também existe na quinta densidade, de maneira diferente, com ciclos longos de vida, sem o apagamento da memória ancestral e sem os implantes que restringem nossos sentidos divinos. O problema reside na falsa premissa, incutida pela programação arcôntica, que Gaia é o único lugar disponível para que reencarnemos. Na verdade, temos bilhões de opções de lares alternativos no universo.

Apenas uma coisa não nos pode ser tirada, mesmo por esses poderosos seres criadores negativos, o livre arbítrio; e essa é a chave para a liberdade.

Na terceira dimensão é impossível se desvencilhar dessa realidade e o melhor a fazer é desenvolver e utilizar, ao máximo, a intuição, que é um atributo do chacra coronariano, a ligação com a verdadeira Fonte.

Entretanto, existe uma falha nessa matrix, por onde podemos escapar, usando o livre arbítrio.

Por ocasião do desenlace físico natural adentramos a quarta dimensão, ainda pertencente à matrix do engano e, é sabido que surge, em frente ao indivíduo, um túnel de luz, extremamente atrativo, de onde se emana paz e alento indescritíveis. Essa é a armadilha da matrix imposta, porquanto esse túnel é somente a passagem de retorno para esse mesmo universo ilusório. Essa é a oportunidade única que teremos para usar nosso livre arbítrio e escapar do cárcere.

Como somos almas imortais, nada devemos temer, somos uma extensão da Fonte, indestrutíveis e, em essência, totipotentes como Si próprio. Ao escolhermos não adentrar o túnel de luz, algum receio pode surgir, da solidão, do isolamento, da incerteza do que nos espera, mas aqui estamos para dirimir dúvidas a esse respeito.

A intuição, aliada à vontade e ao conhecimento são as armas que nos livrarão do claustro imemorial que nos impuseram.

O túnel de luz, que surge após o desenlace, tem uma qualidade hipnótica, que fascina aquele que o fixa e o atrai para si, como que a aspirar nosso ser. Na maioria das vezes, se fazem presentes entidades "de luz", representados por espíritos guias ou familiares que tentarão nos induzir a penetrar esse funil luminoso, advogando eles, as maravilhas que aguardam àqueles que o adentram. Nesse ponto, devemos, com vontade inamovível, nos negarmos a acompanhá-lo(s), seja(m) quem for(em), e virarmos para o lado oposto e nos imaginarmos, progressivamente, mais e mais distantes desse túnel. Não tente lutar fisicamente, resistindo à sua capacidade atrativa, pois aqui a mente tem mais força e é o pensamento firme que nos afastará dessa captura. O túnel se esmaecerá e desaparecerá.

A partir daí, o fractal se encontrará em um limbo, ainda pertencente à matrix do engano, a quarta dimensão, um grande espaço, que se estende pela exosfera, protegido por uma grade magnética, erigida pelos idealizadores de nossa realidade terrena. Essa grade costumava ser íntegra mas, nos últimos tempos, falhas ou brechas foram infringidas por conta da proximidade do evento, com as emanações do sol central galáctico, até o ponto de, atualmente, a completa cerca de outrora, se parecer mais com um queijo suiço, repleto de fissuras e fendas. Se o fráter pertencer ao segundo grupo, pode ser que tenha que se proteger das entidades restritas a esse plano intermediário e que, na maioria das vezes, não são positivas. Esse plano se denomina astral e requer, por vezes, certo sacrifício para que consigamos nos desvencilhar dele, a fim de ascendermos.

O astral, ou quarta dimensão, se assemelha a uma espécie de purgatório, outra parte da matrix 3D de engano, uma antessala onde as essências divinas são preparadas para a reciclagem. Na parte mais densa desse plano, encontram-se as zonas de tortura e as cidades umbralinas dos entes regressivos, diretores da população terrena e, nas menos densas, as cidades astrais de reciclagem. No astral baixo (principalmente do quinto ao sétimo subplano) situam-se entidades ainda muito presas à matrix terrena tridimensional e é preciso ter certo cuidado com as mesmas, uma vez que, muitas delas, possuem índole agressiva.

A dimensão astral é construída, pela matrix 3D, com matéria menos densa que a física sendo, portanto, mais maleável e responsiva ao pensamento. Em razão disso, não é difícil dar origem à quaisquer estruturas ou formas, pela simples imposição da vontade.

O plano astral é dividido em subplanos, o sétimo ao primeiro, do mais denso ao mais sutil. Quanto mais denso o subplano do astral, mais semelhante ao físico e quanto mais etéreo, mais semelhante ao mental. Em razão disso, nos subplanos superiores é mais fácil manipular mentalmente a matéria.

Construa, consequentemente, um invólucro astral seletivo, por meio de sua vontade, circundando todo o seu corpo; uma cápsula que bloqueie o acesso dos regressivos, mas que permita a entrada e saída de vibrações e pensamentos positivos. Se necessário, construa e desconstrua quantas vezes quiser, por meio da força criativa mental, uma casa completa e a circunde com o mesmo campo; tenha cuidado, pois qualquer criação aqui realizada pode ser um ponto de fixação, a nos prender ao ambiente que nos cerca. Lembre-se suas produções mentais nessa densidade são um meio, não um fim. Após isso, medite, use a vontade, utilize-se de uma das falhas desse plano e saia. Após certo tempo, o corpo astral vai se degradar, por falta de retro-alimentação vibratória, saltando, gradualmente, dos subplanos mais densos, até o primeiro subplano astral. É importante ressaltar que, com a perda dos veículos astrais mais densos, o indivíduo deixa para trás as entidades negativas, que não conseguem se elevar vibracionalmente aos subplanos mais elevados, e se sentirá cada vez mais livre, imbuído de uma sensação de segurança e extrema felicidade. Quando o fráter sentir que não está mais sendo assediado por criaturas negativas, independente do subplano astral no qual se encontrar, poderá então se desfazer de qualquer proteção auto-criada.

Decorrido algum tempo, o astral ficará para trás, restando apenas o veículo pentadimensional do fractal, que reside na dimensão mental..

Aqui o indivíduo já se encontrará no limiar entre as matrizes 3D da Terra e a Matrix 5D Universal.

Nesse ponto, reside a última armadilha da matrix terrena, a derradeira barreira a ser vencida, a armadilha da mente.

A dimensão mental também é constituída de sete subplanos, tendo a característica de sua matéria ser instantaneamente moldada pela mente. Nesse nível, o que se pensa, se torna real. Por conta dessa característica, existe o perigo de o desencarnado ficar preso em seus próprios pensamentos, em um mundo particular de fantasias.

Os quatro subplanos mais densos do mental são semelhantes e denominados concretos, uma vez que as criações mentais nessas realidades personalizam integralmente os pensamentos que as originaram. Os três subplanos superiores, ou seja o terceiro, segundo e primeiro, fazem parte do mental causal, onde os pensamentos dão origem à formas abstratas, conectadas mais à linguagem universal das almas, onde a comunicação se faz integralmente pelo sentimento e não sequencialmente, pelo pensamento.

Alguns fráteres podem afirmar que já ouviram falar de tais características dos planos dimensionais, em certas doutrinas esotéricas, como a teosofia, gnose, espiritismo e outras. Estão integralmente certos, os planos dimensionais da matrix 3D são muito semelhantes aos da matrix 5D. A nossa matrix 3D mimetiza em pormenores os detalhes da 5D, enquanto, concomitantemente, se entrelaça com a mesma. Isso acontece por economia, visto que é muito mais fácil copiar e utilizar o que já foi criado, do que compor um universo singular do zero. Além disso, os arcontes não tem capacidade de criar nada, apenas copiam o que já foi feito. A originalidade é qualidade restrita às essências que tem conexão com o Criador Primevo, o Fractal Raiz, a Fonte.

Para se libertar definitivamente da 3D, o indivíduo tem que aprender a silenciar a mente e "pensar com o coração", ressonando com a vibração universal (favor ler o texto 'Silêncio da Alma'). Abstenha-se dos pensamentos concretos e do mundo das formas, emanando amor puro, à partir do chakra do coração.

O Fractal pode falhar aqui, quando não conseguir abolir seus laços e fixações mentais com Gaia, o que forçará, depois de algum tempo, a reconstrução de seus corpos mais densos e a descida para o astral da Terra. Por isso, desvincule-se de todos os apegos, deixe ir, deixe ir, liberte-se...

Quando essa meta for atingida, a liberdade finalmente chegará.

Por ocasião do desvencilhamento da matrix 3D, o indivíduo se encontrará desencarnado, em um dos subplanos mentais da matrix 5D.

Pela primeira vez, em milhares de anos, se sentirá livre novamente, a essência desacorrentada, numa realidade mais justa, onde a exploração do sofrimento e da miséria alheia não é a regra. Existem ainda os contrastes, pois toda a manifestação exige polarizações opostas, o positivo e o negativo, o bem e o mal, mas, ao menos aqui, como ser imortal, as qualidades e capacidades não são tolhidas, bem como a verdade sobre o meio que o cerca. Ainda há ciclos reencarnatórios no 5D, mas o fractal poderá optar, entre os que forem capacitados para a sua frequência vibratória, pela civilização que melhor atender aos seus anseios.

O desencarnado se encontrará feliz e empoderado. Podera sintonizar-se, portanto, com uma das civilizações da quinta densidade, até mesmo com uma das quais você tenha provindo e, certamente, o contato se estabelecerá.

Ainda que os fráteres duvidem das afirmações aqui contidas, vale a pena avaliar as possibilidades, uma vez que já sabemos o que nos aguarda no fim do túnel. As opções são retornar para a rotina reencarnatória, onde todo o nosso potencial será reprimido, nossa memória ancestral apagada e onde a verdade sobre a existência nos será negada, ou explorar o ”desconhecido”, que certamente não será pior do que a realidade limitante terrena.

Vivemos em uma época ”sui generis”, onde o conhecimento está disponível à todos, por meio da rede global da internet, como nunca esteve em outras épocas. No passado, informações como essas ficavam acessíveis somente à secretíssimos, exíguos e egoístas grupos de iniciados. Aproveitemos a oportunidade, pois o futuro é incerto e há a possibilidade desse conhecimento se perder.

Para aquele que conseguir se libertar, depois de algum tempo, saudades surgirão dos parentes e amigos que ainda ficaram presos à matrix de sofrimento terrena. Sim, a possibilidade de, novamente, adentrar a antiga matrix 3D, no intuito de ajudar a libertar os seus queridos estará sempre aberta. Se assim o desejar, terá algumas vantagens no reencarne, com um corpo livre de certos implantes bloqueadores. Mesmo assim, a garantia de se manter livre e de não ser engalfinhado, mais uma vez, por essa matrix, não estará garantida.

PS: a melhor forma de se preparar para esse evento tão importante (o desencarne) é a prática diária da meditação.

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas