Religião

O fim da exploração e da dominação pelo medo...

Religião

Não existem religiões na Terra do futuro.

As religiões, no contexto antigo, eram usadas apenas para controle das massas, por meio do medo, e não como meio de aprimorar as qualidades espirituais dos indivíduos.

Os habitantes da Terra do futuro sabem que estão experimentando sensações em uma matrix, elaborada por uma consciência superior e que essa inteligência criativa, ela própria, por sua vez, também está contida em uma outra matrix, elaborada por uma individualidade superior a ela mesma, numa sequência infinita.

Essa matrix foi criada a fim de nos fornecer um palco teatral realístico, onde possamos evoluir nossa compreensão e, por consequente, a expansão da Fonte, na origem de mais amplos e exóticos universos.

Libertamo-nos da matrix anterior, criada por consciências negativas poderosas, que era extremamente restritiva, enclausurante, que nos suprimia a realidade; o que nos forçou a despender grande esforço para, por meio de nossos sentidos intuitivos, percebermos a verdade sobre a existência, que nos era peremptoriamente negada.

Destarte o sofrimento que a matrix anterior tenha nos causado, ela positivamente nos tornou seres mais intuitivos, corajosos e resistentes as adversidades, o que colaborou muitíssimo para nosso progresso na senda.

Independentemente da matrix a que estejamos vinculados, somos cientes de nossa ligação com a Fonte primordial, Una, o Logos do final da escada de Jacó, e nosso dever de desenvolver todas as nossas qualidades, como também às do próximo, uma vez que sabemos estar integrados em uma única 'família universal'.

Não rezamos, porquanto, temos ciência de que, por meio de nossa sutil ligação interdimensional, nossos corpos sutis transmitem automaticamente os desejos, à Fonte criadora.

Na realidade, somos avessos à qualquer agremiação religiosa, pois sabemos que a verdade e todo o conhecimento reside em nós mesmos, o que torna qualquer doutrina inútil aos nossos propósitos. Pesa também o papel danoso das religiões do passado, que serviam apenas para nos desviar do caminho reto e também como modo de controle sobre a população hipnoticamente burrificada.