O Atual Livro dos Mortos

Vencendo a armadilha no pós-desencarne 3D de Gaia

AS: sugerimos veementemente que o fráter leia antes os textos 'Karma, uma auto-criação', 'Somos todos da Quinta', 'Reencarnação/Reenganação' e 'A Armadilha do Túnel' para depois prosseguir.

A realidade que aguarda o desencarnado, logo após o desenlace, depende maiormente das concepções prévias do indivíduo, bem como de sua faixa de frequência vibratória.

Existe também uma interferência da matrix 3D terrena que direciona, em parte, o ser que adentra esse novo mundo, para algumas etapas mais ou menos constantes, mas que nunca se sobrepõe á vontade e determinação magnanima do ser individual. O que queremos dizer é que a mente livre, evoluída, não agrilhoada pelos dogmas punitivos das religiões terrenas, pode passar diretamente para as dimensões primevas sublimes, junto à Fonte, Fonte essa que nada mais é que outro aspecto de Si próprio, alforriando-se automaticamente de todos os laços com o Samsara terreno, num período curtíssimo, logo após o desenlace físico, sem passar por nenhuma das etapas que vamos relatar a seguir.

Qualquer descrição dos momentos que se seguem ao desencarne, feitas por qualquer tipo de filosofia esotérica, serve para criar uma nova realidade no pós-morte, apenas por incutir em que a lê, ocorrências que ficarão gravadas em sua mente que, posteriormente se materializarão concretamente.

Em razão disso, uma alma evoluída, dispensa qualquer tipo de visão prévia do cenário pós-morte, uma vez que, intuitivamente, sabe o que fazer nesses momentos. O problema de se pré-conceber o que se passa depois do desencarne é que o que se imagina, se tem, se concretiza, por isso mesmo existem relatos tão diversos sobre o que se acontece durante essa fase.

Porém, permanece um delineação matricial da Terra que dirige, de forma automática, com pequenas variações, dependendo do tipo de agrilhoamento religioso particular, o fractal divino (alma) que ainda não vibra ainda em uma frequência tão alta, numa sequência de eventos no pós-morte do corpo físico, e é importante conhecê-los, para vencê-los, rumo à libertação dos ciclos reencarnatórios de Gaia.

Portanto, o texto que se segue pode ajudar ou atrapalhar o indivíduo, se bem que o ser evoluído tratará de separar o que for útil e dispensar parte, ou a totalidade da publicação abaixo.

A vida no 3D de Gaia, como já afirmamos, não é para qualquer um. Uma realidade onde seus atores atuam num meio inóspito, de muita negatividade, sob a exploração da elite, onde se tem o senso de escassez sempre à ronda, com suas memórias ancestrais apagadas, no qual a verdade sobre si e o meio que o cerca é ocultada.

Primeiramente, è necessário se ter em mente que, por opção própria, nos propusemos a enfrentar os ciclos vivenciais terrenos e que não devemos imputar culpa à terceiros pela difícil empreitada. Nós nos impusemos o desafio e cabe somente a nós vencê-lo. Só os fracos atribuem à terceiros, a culpa pelos seus infortúnios.

Tão pouco queremos tarjar a realidade encarnatória de Gaia como "boa" ou "ruim", trata-se apenas de um tipo mais difícil de experiência vivencial, um laririnto complicado, onde o objetivo é aprender ao máximo, na dualidade extrema, bem como encontrar a sua saída, problema que pretendemos auxiliar a resolver.

Existem também os fráteres que desejam permanecer conscientemente em Gaia por mais alguns ciclos encarnatórios; mesmos para esses, o texto que se segue poderá ser útil no futuro.

O cenário que o recém falecido vai encontrar não é fixo e se diversifica muito, de acordo com vários fatores. A religião é a principal envolvida no molde dos mundos astrais, que variarão conforme as idéias que incutem em seus seguidores. Desta forma, as realidades astrais de um católico, de um espírita ou de budista são diversas e particulares. O que muda muito de uma cultura para outra é, principalmente, o tipo de cidade astral de reciclagem, que tem conformidade com a concepção religiosa de cada um.

Além do criacionismo, mais à cargo um coletivo do que de uma idéia individual, que originará as características particulares do ambiente astral de uma pessoa, existem determinadas fases do pós-morte que parecem se sujeitar a um pensamento grupal maior, ou a uma delineação matricial peremptória, independendo-se da crença do indivíduo, uma vez que até mesmo os ateus convictos referem ter tido determinadas sequências de experiências, comuns àqueles doutrinados previamente pelas religiões de Gaia.

Vamos nos ater a lista dessas fases, ditas imutáveis, do pós-desencarne, porquanto parecem se submeter mais às regras da matrix 3D terrena do que à idéia individual que o desencarnado tenha do ambiente pós-morte.

Outra coisa importante a ser aqui citada, apesar de parecer óbvia, é que quanto maior a frequência do indivíduo recém-desencarnado, quanto maior sua evolução, maior a facilidade de evitar a sua reintrodução nos ciclos do Samsara terreno.

Quem se propõe a assumir um avatar, para vivenciar a vida em Gaia, passa pelas mais difíceis atribulações e era de se esperar que, depois da morte, se usufruísse de alguma paz e conforto, fato que não se suscede. Depois do desenlace do 3D físico, as adversidades se mantém, uma vez que, nesse ponto temporal, se enfrenta a maior prova de todas. Não é sem propósito o receio que se tem da morte na Terra, pois esse evento dá luz ao maior dos testes, o que irá determinar a permanência do fractal (alma) no Samsara 3D da Terra, ou a liberdade para a quintadimensionalidade, a realidade básica do nosso universo. Nesse momento, não haverá ajuda de guias, santos, mestres ou avatares. Trata-se de uma tarefa que só pode ser feita por nós mesmos.

O concorrente que vai receioso e cabisbaixo às provas seletivas, certamente não alcançará a aprovação no concurso. Assim também acontece com aquele que adentra o palco do pós-morte, sem a serenidade, o empoderamento e o conhecimento devido.

"A única coisa certa da vida é a morte". Uma das afirmações incontestáveis, e é por isso que devemos considerar o desvencilhamento do corpo físico como algo comum, coisa que já enfretamos incontáveis vezes, fato corriqueiro na senda do fractal, rumo à iluminação.

Em Gaia, a matrix impõe um desafio mais complicado, depois da morte do avatar físico, porquanto a atribuição de culpas indevidas, o esquecimento dos ciclos reencarnatórios passados e a ocultação da verdade, exercida pelas elites e pela religião, nos coloca à mercê do engabelamento arcôntico, fato que nos priva do poder de escolha e reintroduz, a maioria absoluta dos fractais, na roda de Samsara gaiana.

Não há nada errado com a reencarnação, uma vez que ela existe também em outras densidades, como a quinta, o engano consiste na assertiva de que o indivíduo desencarnado só tem a opção de nova vida física em Gaia, visto que existem milhares de opções disponíveis no nosso quadrante universal (vide texto "Somos todos da Quinta").

A sequência de fatos que ocorrem depois do desencarne em Gaia são muito coincidentes, nos levando a concluir que existe uma rotina não mutável, desenhada por sua matrix 3D. Eles serão aqui relatados, baseando-se em relatos de EQM's (experiências de quase morte) e de canalizações.

O avatar humano é formado por várias cascas, semelhantes as de uma cebola, que o capacitam a agir no físico 3D. Sendo assim, além do corpo físico, existem os envoltórios etérico (que ainda faz parte do 3D físico), o astral, o mental e os mais sublimes, que estendem à infinitude. Funcionam como links (conexões) entre o fractal divino, que tem sua morada em planos muito sutis e o corpo físico grosseiro, a fim de que ele possa atuar em um plano matricial tão tosco e restrito. De maneira mais objetiva, os diversos corpos formam acoplamentos entre as diversas matrizes, das mais complexas às mais simples, de modo que o fractal original possa se focar em uma determinada realidade. Dessa maneira, a matrix 3D de Gaia aprisiona vários dos nossos corpos, até o nível mental, a fim de que nossa essência divina possa experenciar o palco vivencial planetário.

Quando a morte ocorre no 3D, os corpos mais densos vão se desintegrando gradualmente, permitindo que o fractal divino ascenda para planos mais sutis. Na quinta densidade o mesmo ocorre, só que a maioria das civilizações de lá possuem tecnologia que pulveriza os corpos etérico e astral, logo após a morte. Sendo assim, no 5D, o indivíduo depois do falecimento, passa diretamente para o mental, sem ter contato com os planos mais densos.

No 3D da Terra, o tempo para que ocorra a desintegração dos veículos etérico e astral depende de vários fatores e é maior para aqueles que carregam consigo, em seus corpos, matéria pesada de sentimentos negativos, alimentação carnívora e de vícios sustentados durante a vida.

No momento do falecimento, o indivíduo para de sentir qualquer dor e se inunda com uma sensação de paz e liberdade, uma vez que não há mais o veículo grosseiro a atrapalhar-lhe vibracionalmente. Ele então verá seu próprio corpo físico inerte, enquanto flutua sobre ele, a uma distância de mais ou menos uns dois metros.

Um período variável decorrerá até que surja uma tela virtual, em frente ao falecido, onde se projetarão todos os momentos importantes, ocorridos durante a sua encarnação. Serão mostrados tantos os atos positivos quanto os negativos. Os indivíduos que vivenciaram essa situação, durante os EQM's, referem ter experimentado grande desconforto diante das situações nas quais não tenha procedido eticamente. Se o indivíduo se deixa levar pela culpa, incutida por essa sessão cinematográfica, invariavelmente falhará nos momentos crusciais que se seguem.

O corpo astral do recém-desencarnado será então atraído, por um túnel de luz, para fora da órbita planetária. Durante esses momentos, se o indivíduo se der ao trabalho de olhar para o lado do túnel, verá várias paisagens e ambientes diversos, que se tratam de realidades intermediárias. È importante que o fráter passe a lutar mentalmente contra a atratividade do túnel, uma vez que ele o conduzirá para a porta de uma das cidades astrais de reciclagem, que existem para o reset de memória, bem como para reconduzir as almas desencarnadas novamente ao Samsara 3D. Tente não olhar para o fim do túnel, virando as costas para lá, uma vez que é dotado de um poder extremamente hipnótico, hipnose essa que também deixará o indivíduo indefeso para a próxima fase. Não tente lutar fisicamente contra o túnel de luz, porquanto aqui o que realmente funciona é o poder mental; de costas, imagine afastando-se progressivamente do túnel e provavelmente conseguirá se distanciar dele.

Se o indivíduo não conseguir se desvencilhar da atração do túnel ainda terá a oportunidade de não retornar aos ciclos reencarnatórios terrenos. No fim do túnel, se encontram os guardiões das portas dessas cidades, que nada mais são que entidades arcônticas, responsáveis pela recondução dos desencarnados ao Samsara de Gaia, não permitindo o escape das mesmas para a realidade 5D.

Esses arcontes, a despeito de serem extremamente negativos, se apresentarão como seres evoluídos, magnificamente iluminados, com imposição magistral, ou como parentes já falecidos, que tratarão de convencê-lo a adentrar o "reino de luz" de suas cidades. Aqui reside o principal teste, o que definirá o destino do fractal.

O fráter tem que estar a par que tais entidades só podem reconduzí-lo ao Samsara 3D com a sua permissão, uma vez que não podem infringir o livre-arbítrio; por isso, não se pode fraquejar e deve-se postar irredutível diante de suas capacidades de convencimento.

Tentarão apelar para o amor de seus parentes falecidos e enfatizar as maravilhas que aguardam e, se isso não funcionar, maximizarão seu ego, enaltecento suas qualidades, relatando o quanto você é importante e esperado pela "comunidade"; se mesmo isso não convencê-lo, finalmente, o minimizarão, incutirão culpa e por fim, taxarão de ignorante e louco por ter uma compreensão tão fantasiosa e errada do pós-morte.

Existe um truque infalível a ser utilizado na sua defesa, contra os entes enganadores que aqui se postarem: façam um novo contrato com o ser diretor, após exigir a sua presença, obrigando-o a concordar com o que se segue: diga em tom altivo e confiante: "Revogo qualquer contrato que tenha feito anteriormente e considero-os extintos, uma vez que, me sinto pleno e satisfeito com toda a experiência que deles tenha advindo e imponho um novo, nos seguintes termos: como Fractal do Pai, livre para experimentar o que minha consciência solicite para sua expansão, desejo ser livre para escolher viver uma nova vida em qualquer orbe, à minha livre escolha, que esteja ao alcance de meu atual estado vibracional, após o devido dencanso nos planos sutis, porquanto sei que Gaia não é a única opção para essa nova experiência".

Se o ser diretor das portas do Samsara se recusar a concordar com a novra regra, mais um motivo para desconfiar de suas intenções, se impôr, afastando-se desses entes.

Uma coisa sabemos, os arcontes enganadores não podem quebrar a regra do livre arbítrio e reconduzí-lo, à força, para o Samsara terreno. Provavelmente, consequências e punições gravíssimas recaem sobre os mesmos, se essa regra for desobedecida.

Empodere-se, uma vez que, depois de ultrapassados esses portões, o contrato está firmado e a reciclagem encarnatória no 3D terreno garantida. Lembrem-se que já sabemos o que nos aguarda nessas cidades astrais: o reset de nossa memória, com o esquecimento da vida passada, e a reintrodução na realidade terrena.

Algum receio pode surgir ao se negar a seguir com nossas rotinas vivenciais, aqui em Gaia. Medo da solidão, do desconhecido que nos aguarda... amados fráteres, somos almas imortais, cópias integrais do Pai, indestrutíveis, devemos nos empoderar. Usem a soberana intuição. Duas são as opções: retornar tranquilamente, como cordeirinhos ou como gado abúlico para o abate, ou explorar o desconhecido e se libertar do contrato desafiador que fizemos em tempos passados. Explorar o desconhecido certamente não será pior que retornar, sem o empoderamento devido, para os dificílimos ciclos do Samsara terreno. De qualquer forma, se houver algum arrependimento, basta se concentrar que o já conhecido túnel se abrirá novamente.

Para aqueles que conseguiram se libertar durante a atração do túnel ou, posteriormente, pela recusa de seguir a orientação dos arcontes, um novo ambiente se descortinará: o plano astral.

A continuação desse texto foi extraído de um outro, da Conscendo Sodalitas com o título "A Armadilha do Túnel":

O astral, ou quarta dimensão, se assemelha a uma espécie de purgatório, outra parte da matrix 3D de engano, uma antessala onde as essências divinas são preparadas para a reciclagem. Na parte mais densa desse plano, encontram-se as zonas de tortura e as cidades umbralinas dos entes regressivos, diretores da população terrena e, nas menos densas, as cidades astrais de reciclagem. No astral baixo (principalmente do quinto ao sétimo subplano) situam-se entidades ainda muito presas à matrix terrena tridimensional e é preciso ter certo cuidado com as mesmas, uma vez que, muitas delas, possuem índole agressiva.

A dimensão astral é construída, pela matrix 3D, com matéria menos densa que a física sendo, portanto, mais maleável e responsiva ao pensamento. Em razão disso, não é difícil dar origem à quaisquer estruturas ou formas, pela simples imposição da vontade.

O plano astral é dividido em subplanos, do sétimo ao primeiro, do mais denso ao mais sutil. Quanto mais denso o subplano do astral, mais semelhante ao físico e quanto mais etéreo, mais semelhante ao mental. Em razão disso, nos subplanos superiores é mais fácil manipular mentalmente a matéria.

Construa, consequentemente, um invólucro astral seletivo, por meio de sua vontade, circundando todo o seu corpo; uma cápsula que bloqueie o acesso dos regressivos, mas que permita a entrada e saída de vibrações e pensamentos positivos. Se necessário, construa e descontrua quanta vezes quiser, por meio da força criativa mental, uma casa completa e a circunde com o mesmo campo; tenha cuidado, pois qualquer criação aqui realizada pode ser um ponto de fixação, a nos prender ao ambiente que nos cerca. Lembre-se, suas produções mentais nessa densidade são um meio, não um fim. Após isso, medite, use a vontade, utilize-se de uma das falhas desse plano e saia. Após certo tempo, o corpo astral vai se degradar, por falta de retro-alimentação vibratória, saltando, gradualmente, dos suplanos mais densos, até o primeiro subplano astral. É importante ressaltar que, com a perda dos veículos astrais mais densos, o indivíduo deixa para trás as entidades negativas, que não conseguem elevar-se vibracionalmente aos subplanos mais elevados, e se sentirá cada vez mais livre, imbuído de uma sensação de segurança e extrema felicidade. Quando o fráter sentir que não está mais sendo assediado por criaturas negativas, independente do subplano astral no qual se encontrar, poderá então se desfazer de qualquer proteção auto-criada.

Decorrido algum tempo, o astral ficará para trás, restando apenas o veículo pentadimensional do fractal.

Nesse ponto reside a última armadilha da matrix terrena, a derradeira barreira a ser vencida, a armadilha da mente.

A dimensão mental também é constituída de sete subplanos, tendo a característica de sua matéria ser instantaneamente moldada pela mente. Nesse nível, o que se pensa, se torna real. Por conta dessa característica, existe o perigo de o desencarnado ficar preso em seus próprios pensamentos, em um mundo particular de fantasias.

Os quatro subplanos mais densos do mental são semelhantes e denominados de concretos, uma vez que as criações mentais nessas realidades personalizam integralmente os pensamentos que as originaram. Os três subplanos superiores, o useja o terceiro, segundo e primeiro, fazem parte do mental causal, onde os pensamentos dão origem à formas abstratas, conectadas mais à linguagem universal de almas, onde a comunicação se faz integralmente pelo sentimento e não sequencialmente, pelo pensamento.

Alguns fráteres podem afirmar que já ouviram falar de tais características dos planos dimensionais, em certas doutrinas esotéricas, como a teosofia, gnose, espiritismo e outras. Estão integralmente certos, os planos dimensionais da matrix 3D são muito semelhantes aos da matrix 5D. A nossa matrix 3D mimetiza em pormenores os detalhes da 5D, enquanto, concomitantemente, se entrelaça com a mesma. Isso acontece por economia, visto que é muito mais fácil copiar e utilizar o que já foi criado, do que compor um universo singular do zero. Além disso, os arcontes não tem capacidade de criar nada, apenas copiam o que já foi feito. A originalidade é qualidade restrita às essências que tem conexão com o Criador Primevo, o Fractal Raiz, a Fonte.

Para se libertar, o indivíduo tem que aprender a silenciar a mente e "pensar com o coração", ressonando com a vibração universal (favor ler o texto 'Silêncio da Alma'). Abstenha-se dos pensamentos concretos e do mundo das formas, emanando amor puro, à partir do chakra cardíaco. Quando essa meta for atingida, a liberdade finalmente chegará.

Por ocasião do desvencilhamento da matrix 3D, o indivíduo se encontrará desencarnado, em um dos subplanos mentais da matrix 5D.

Pela primeira vez, em milhares de anos, se sentirá livre novamente, a essência desacorrentada, numa realidade mais justa, onde a exploração do sofrimento e da miséria alheia não é a regra. Existem ainda os contrastes, pois toda a manifestação exige polarizações opostas, o positivo e o negativo, o bem e o mal, mas, ao menos aqui, como ser imortal, as qualidades e capacidades não são tolhidas, bem como a verdade sobre o meio que o cerca. Ainda há ciclos reencarnatórios no 5D, mas o fractal poderá optar, entre os que forem capacitados para a sua frequência vibratória, pela civilização que que melhor atender aos seus anseios.

O desencarnado se encontrará feliz e empoderado. Poderá sintonizar-se, portanto, com uma das civilizações da quinta densidade, até mesmo com uma das quais você tenha provindo e, certamente, o contato se estabelecerá.

Ainda que os fráteres duvidem das afirmações aqui contidas, vale a pena avaliar as possibilidades, uma vez que já sabemos o que nos aguarda no fim do túnel. As opções são retornar para a rotina reencarnatória, onde todo o nosso potencial será reprimido, nossa memória ancestral apagada e onde a verdade sobre a existência nos será negada, ou explorar o ”desconhecido”, que certamente não será pior do que a limitante realidade terrena.

Vivemos em uma época ”sui generis”, onde o conhecimento está disponível à todos, por meio da rede global da internet, como nunca esteve em outras épocas. No passado, informações como essas ficavam acessáveis somente à secretíssimos, exíguos e egoístas grupos de iniciados; aproveitemos a oportunidade, pois o futuro é incerto e há a possibilidade de esse conhecimento se perder.

Para aquele que conseguir se libertar, depois de algum tempo, saudades surgirão dos parentes e amigos que ainda ficaram presos à matrix de sofrimento terrena. Sim, a possibilidade de, novamente, adentrar a antiga matrix de sofrimento, no intuito de ajudar a libertar os seus queridos estará sempre aberta. Se assim o desejar, terá algumas vantagens no reencarne, com um corpo livre dos implantes bloqueadores. Mesmo assim, a garantia de se manter livre e de não ser engalfinhado, mais uma vez, por essa matrix, não estará garantida.

PS: a melhor forma de se preparar para esse evendo tão importante (o desencarne) é a prática diária da meditação.

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas