Paralisia do Sono

Um Guia Prático de Defesa Contra as Entidades Astrais Negativas

Conscendo sabe mais do que ninguém que é hora de parar com o ditado de teorias vazias, que não resultam na solução de problemas imediatos, e partir para medidas práticas, que possam ser usadas no dia a dia, em favor daqueles que laboram para a luz. Sendo assim, o texto a seguir expõe maneiras efetivas de nos defendermos das entidades astrais negativas, que se constituem num entrave à missão que nossos fráteres vieram cumprir aqui em Gaia.

O universo é uma estação de rádio com infinitas frequências que, por sua vez, dão origem a incontáveis realidades, cada uma delas, ocupando uma faixa de frequências de seu "dial".

A existencialidade 3D de Gaia tem base em vibrações Hertzianas restritas, onde nossa percepção está ativa. O que se situa fora desse hiato vibracional não é detectado pelos nossos sentidos.

Analisando, microcosmicamente, o ser individual, cada um também tem sua frequência determinada. Os que tem forte apego ao ego, à materialidade, à satisfação de seus desejos básicos, ressoam em um nível vibratório baixo. Ao contrário, os que se libertaram, mesmo que parcialmente, desses sentimentos ligados à separatividade e ao mal, ressoam em uma frequência mais alta.

Existe uma realidade paralela, junto à nossa, pertencente à matrix 3D gaiana, repleta de entes extremamente negativos: o baixo astral, principalmente em seu sexto e sétimos subplanos. Essas criaturas se alimentam, especialmente, das emanações negativas, de baixas frequências, que a humanidade expele, diuturnamente, como ira, medo e depressão.

Os habitantes desse nível mais tosco do astral, a maioria deles, não tem ligação com a Fonte Primária, não sendo dotadas de alma, geralmente assumindo aspectos grotescos, muito frequentemente exibindo uma aparência reptiliana, semelhante a lagartos. Em uma conclusão óbvia, essas figuras são inteligências artificiais pois, a despeito de possuirem intelecto desenvolvido, não dispõem de alma e, em consequência, de qualquer senso empático, sendo desprovidos, da mesma maneira, de qualquer capacidade criativa.

Esse intróito é importante para que os fráteres possam compreender que, quando o terráqueo baixa seu nível vibratório, com sentimentos negativos, alinha sua frequência com essas entidades, abrindo um caminho para o ataque das mesmas, tanto no período desperto, quanto no do sono.

Nossa existencialidade, nessa matrix 3D terrena, é uma guerra, travada em um ambiente hostil, cheio de obstáculos.

Devemos ser práticos, uma vez que nenhum dos nossos fráteres consegue manter a frequência elevada, vinte e quatro horas por dia, em razão das agruras próprias do ambiente.

Os libertos, como são os trabalhadores da luz e os fráteres da Conscendo, por sua vez, são os principais visados para o assédio dessas criaturas, uma vez que esclarecem os fráteres adormecidos, ameaçando escassear o seu suprimento energético. Em razão disso, temos que saber como nos defender, seja de dia ou de noite.

Durante o dia, o que se deve fazer é tentar manter a frequência elevada, sempre atento para os percalços, não deixando que nada altere seu o humor, entendendo que todo acontecimento é experiência e que tudo visa a expansão consciencial.

Durante à noite, com o desligamento do nosso corpo astral do veículo físico, ficamos mais vulneráveis ao ataque desses entes regressivos e devemos estar a par de técnicas que permitam nos defender. Esses ataques acontecem, principalmente, ao longo dos períodos de dificuldades e de depressão.

Um dos sinais de que o ambiente está negativo e propício ao ataque desses seres, é a presença de aranhas astrais, que são miasmas, vistos principalmente, logo após o despertar. Essas criaturas se movimentam pelas paredes e cortinas, como se fossem enormes tarântulas e vão se esvanecendo, à medida que a vítima vai, progressivamente, acordando.

Esses insetos astrais se alimentam das energias vitais do parasitado, que se reflete, no dia seguinte, em um período de vigília não produtivo, onde o indivíduo se sente cansado, estressado, sem a vitalidade habitual para exercer suas atividades laborais.

Na prática, existem duas coisas a se fazer, a fim de se livrar dessas criaturinhas nocivas: a primeira é deixar o quarto bem iluminado pela luz do sol, durante o dia, porquanto elas detestam a luz e são mais adaptadas a ambientes penumbrados. A segunda é aspergir essência diluída de menta no quarto, principalmente na cama, uma coisa que elas realmente não suportam. Em alguns poucos dias, o fráter notará que elas não mais estarão presentes.

O ataque noturno clássico, o da paralisia do sono, propriamente dita, trata-se de um ou mais seres do baixo astral, que sentam-se literalmente sobre o adormecido e, por meio de técnicas de magnetização, o imobilizam completamente, aterrorizando-o e se comprazendo com a situação criada.

Tratam-se de instantes de grande desconforto, pois o indivíduo sente-se desperto, paralisado, com uma criatura, de aspecto terrível, posicionada sobre si, vosciferando impropérios, sem que se possa mover uma só parte de seu corpo, com exceção dos olhos.

O erro da vítima é tentar lutar fisicamente contra a imobilização, o que sempre resultará em fracasso. Nesse plano, o que resolve é a mente e, as medidas que vamos citar, são efetivas, tendo sido comprovadamente eficazes, pela experiência de diversos fráteres, diante dessas situações.

Quando nos encontrarmos diante de um cenário como esse, a primeira coisa a se fazer é manter a calma. Em seguida, devemos imaginar uma luz dourada ou prateada, a qual o fráter se identificar mais, originando-se de dentro de nosso peito, uma energia poderosa, se formando no nosso tórax e que, de forma abrupta é dirigida contra o ser regressivo, através de nossos dedos das mãos. Pense nesse disparo, como um míssel energético, lançado no rumo dessa entidade.

Imediatamente e invariavelmente, esse ser será lançado para longe e a paralisia cessará. Se, depois disso, o fráter conseguir manter a consciência desperta no astral, poderá identificar essa criatura regressiva atordoada e semi-consciente, aos seus pés.

É necessário frizar, que se trata de uma técnica de defesa. Outra coisa importante a se dizer é que, quando se mentalizar a energia em formação, dentro do peito, não se deve fazê-lo com ira, deve-se imaginar poder e soberania.

Corrado Malanga, um pesquisador e hipnólogo italiano, que lidou, por um extenso período, com abduzidos crônicos, induziu-os a dirigir essa mesma energia, contra os seres extra-terrestres ou extra-dimensionais que executavam as citadas abduções; o que resultou nas suas instantâneas desintegrações.

Notem que, isso só foi possível, pois os exterminados não possuiam ligação com a Fonte, ou seja, com o Fractal Raiz, uma vez que se tratavam de inteligências artificiais.

Como Fractais Divinos, temos o poder da Fonte, do Pai, poderosos como Si e, a única coisa que nos barra a exteriorização desse poder, é o ocultamento da verdade e a sensação de impotência pessoal, afeito ao atual nível dimensional restritivo, de baixas vibrações, em que atuamos temporariamente.

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas