Diferenças entre as Matrizes 3D e 5D

Desfazendo as confusões que são feitas entre Matrizes, Densidades e Dimensões

Antes do grande dilúvio, fato ocorrido há 13.500/14.000 anos atrás, a Terra era regida pela matrix da quinta densidade, a realidade básica de nosso universo, onde nossos fráteres interestelares se focalizam.

Em nosso céu, naqueles tempos, podíamos observar a Lua e Tiamat, um antigo planeta, que situava-se entre os atuais Marte e Júpiter, e que foi destruído nesse período, por uma guerra interplanetária, dando origem ao Cinturão de Asteróides e ao apocalíptico dilúvio terreno. Podíamos perceber também Saturno, que se localizava mais próximo do nosso planeta, e se apresentava como um grande corpo celeste, sem anéis, coroado por uma aura flamígera, semelhante a cornos; tratava-se do conhecido Sol Negro, tão cultuado pelas antigas culturas e pelas sociedades secretas de sempre.

Podía-se dar a volta ao mundo por uma extensa massa de terra, uma vez que não existiam muitos oceanos, como hoje, e sim muitos lagos, num ambiente repleto de florestas.

Nesses tempos, as regras universais, comuns a todos os povos estelares, eram aplicadas à Terra, ou seja, a vivencialidade terrena era regida por longos períodos de encarnação, em ambientes físicos mais densos, alternados pelo desencarne, por intervalos vivenciais, igualmente longos, em planos existenciais mais sutis, os denominados mental, búdico e nirvânico.

Podia-se eleger livremente, o planeta objeto de sua futura encarnação.

Mesmo durante as encarnações no físico, o ambiente mais denso do 5D, tínhamos as capacidades de telepatia, clarividência e intuição potencializada.

Marte, nessa época pré-diluviana, era satélite de Tiamat e foi a guerra entre as civilizações desses dois orbes, que resultou na destruição total de Tiamat e da atmosfera marciana, bem como no dilúvio terreno. Como Tiamat era um planeta quase totalmente oceânico, uma grande massa hídrica, bem como uma catastrófica chuva de pedaços planetários, se precipitou sobre a Terra.

Parte das populações dos sobreviventes, desses dois mundos em peleja, migraram para a Terra com suas naves, porquanto dispunham de tecnologia avançada, superior à nossa atual.

Por motivos ainda obscuros, depois desses eventos, algumas civilizações extra-terrestres dominantes, de nosso quadrante, decidiram transformar a Terra em um planeta-prisão, criando uma nova matrix, uma sub-matrix da quinta densidade, a atual matrix 3D terrena, encarcerando toda a população planetária, como também a massa de imigrantes, em uma realidade própria, isolando-a da realidade básica universal, ou seja, da matrix 5D.

A criação da matrix 3D física envolveu a elaboração concomitante de uma sub-realidade da 3D, denominada de astral (ou 4D), um plano existencial intermediário, mas que não passa de um componente da mesma matrix 3D, que serviria para gerenciar as almas desencarnadas, no intuito de perpetuar os ciclos reencarnatórios dos terrenos, nesse ambiente restrito, isolado do universo real da quinta densidade, evitando o escape desses fractais (almas) para a sua realidade primeva.

O astral (ou 4D), nada mais é que um plano, criado pela mesma matriz 3D de engano, repleto de guardas prisionais, cuja função única se restringe a evitar a fuga de seus detentos.

O maior erro que o fráter pode cometer é confundir os planos pós-desencarne com as matrizes que os contém. O extra-terrestre que desencarna na 5D passa, sequencialmente, pelos planos pós-desencarne do 5D, ou seja, pelo astral 5D, pelo mental 5D e, assim por diante, dependendo de seu nível de evolução. Assim também acontece no 3D gaiano, onde o desencarnado adentra, inicialmente, o astral 3D e, após, o mental 3D.

Como se acostumou a denominar o plano mental da terra (um plano de desencarnados) como plano da quinta dimensão, confundiu-se esse como sendo a realidade da matrix 5D (muitas vezes denominada matrix da quinta dimensão) mas que, na realidade, engloba todo um conjunto de planos de encarne e pós-desencarne.

Outra coisa a ser aclarada é a falsa impressão, que alguns tem do 5D, onde se pensa, erradamente, só ser habitado por seres positivos de luz, equívoco esse, originado pelo fato de se atribuir à 5D, as características do plano mental 3D pós-desencarne, onde só as almas positivas adentram.

Citaremos uma parte de um outro texto da Conscendo, para dirimir essa dúvida:

"As civilizações da terceira densidade encontram-se enclausuradas em uma matrix própria, impedidas de explorar o universo mais amplo da quinta densidade, por uma barreira magnética de alta potência; aqui em Gaia essa barreira é denominada Cinturão de Van Allen. O reflexo do universo quintadimensional fica limitado ao que a matrix 3D quiser entregar, na maioria das vezes uma visão muito distorcida da verdade.

O amado fráter tem que estar a par de que sua "realidade" é restrita à Gaia e que estamos impedidos de ter acesso ao universo amplo que nos cerca, o da quinta dimensionalidade (ou quinta densidade), pelas imposições restritivas do nosso planeta-prisão.

Há dois principais possíveis motivos para estarmos aqui: o livre-arbítrio ou a ingenuidade; isso não importa, independentemente da razão, é nosso dever nos libertarmos desse cárcere.

Duas ferramentas importantes, que os gerenciadores de nossa matrix utilizam para nos manter aqui, são a culpa e o engano. A culpa é inserida pelas religiões terrenas, que nos pesam a consciência com pecados e karmas, na maioria das vezes, injustamente atribuídos. Isso nos expõe à enganação no pós-vida, exercida pelos arcontes e seus asseclas, fazendo-nos retornar à Roda de Samsara.

Existe ainda um reforço midiático cabalista, inclusive na internet, que nos leva a pensar não sermos dignos da quinta densidade, por conta de nosso "baldo grau de evolução". Isso é outra forma que utilizam para minimizar-nos e deixar-nos vulneráveis à enganação arcôntica.

Primeiramente, temos que estar cientes que a totalidade de nossa população provém da quinta densidade e, em tempos idos, foi aqui aprisionada.

Saibam que a quinta densidade ou quinta dimensão, como quiserem denominá-la, não se trata de um plano existencial de anjos e serafins, trata-se, outrossim, de um plano de grande dualidade, onde ainda existem marcantemente o bem e o mal e onde batalhas épicas foram e continuam sendo travadas entre suas incontáveis civilizações.

Os fráteres da Conscendo tem conhecimento sobre as guerras de Órion e suas inúmeras batalhas, com a destruição de vários planetas, inclusive, posteriormente, com a aniquilação de Tiamat e de grande parte da atmosfera de Marte. Pois esses grandes morticínios foram realizados na realidade matricial da quinta densidade.

Somente esse fato seria suficiente para dirimir qualquer dúvida sobre a grande bipolaridade da quinta densidade porém, para reforçar ainda mais essa verdade, podemos citar aqui seres extremamente regressivos, constituídos pelos Dracos, Orion Greys, Maitres, Sirianos de Sírius C, etc. que, oriundos da quinta densidade, adentraram a nossa, com o propósito de interferir negativamente na civilização gaiana, criando escassez, sofrimento e morte.

Por que então desejar uma ascensão para um ambiente igualmente hostil? a resposta reside nas diferenças entre os dois planos existenciais. A matrix de quinta densidade é mais elástica e permissiva, lá a verdade sobre o meio ou seja, sobre o funcionamento matricial, está exposta para todos; isso se deve ao fato de nossas experiências vivenciais serem executadas em avatares não sujeitos às restrições impostas aqui. Na quinta densidade temos os chakras desbloqueados, adquirindo os dons naturais da telepatia, clarividência e incremento da intuição.

Além disso, na quinta densidade não se tem o eterno sentimento de escassez e insegurança, bem como é usual o intercâmbio com milhares de outros povos estelares, inclusive com o nosso grupo raíz, onde poderemos ampliar maiormente nossa consciência.

A reencarnação ainda é um mecanismo ativo, pois tudo no universo é cíclico, como dito no Caibalion, mas os ciclos de vida são extremamente longos, onde inexiste a velhice e onde as memórias das vidas passadas não são deletadas. Na verdade, o indivíduo pertencente às civilizações avançadas da quinta densidade, morre quando quer, isto é, quando acha que já esgotou todas as possibilidades de expansão consciencial com determinado avatar, ou quando estiver ascendendo para a sexta densidade.

Podemos considerar a quinta densidade como uma terceira diferenciada, a despeito de ainda sentirmos dor, sangrarmos e morrermos, a maior parte da potencialidade divina do nosso fractal não será reprimida pelos implantes, inseridos na atual civilização terrena.

Somos todos seres da quinta dimensão (quinta densidade), temporariamente aprisionados nessa realidade restritiva. Somos valorosos, uma vez que enfrentamos milhares de anos de ciclos de dor, sofrimento e luta, até chegarmos ao ponto atual, de nos tornarmos cientes do engano imposto a nós.

Não obstante, vantagens existiram de nossa estada aqui, nesses últimos milênios, porquanto as difíceis aventuras em Gaia nos proporcionaram as mais preciosas experiências, dificilmente adquiridas em uma realidade da quinta densidade."

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas