Religião, um bem ou um mal?

As portas do conhecimento interdimensional e seus vigias


A religião sempre foi um dos pilares de sustentação da banda podre da elite dominante, um de seus métodos de controle, instrumento de domínio sobre a ingênua população gaiana.

Na realidade, todas as religiões terrenas, todas elas, longe estão de querer expandir a consciência, ou promover a ascensão espiritual de quaisquer, tratam-se apenas de instrumentos baratos e eficazes de subjugação e exploração do próximo.

A fim de manter e perpetuar o poder e supremacia, os governantes criaram guardiões para as várias portas, interpostas entre nós e a liberdade, bloqueando nossa ascensão como fractais divinos.

Se estremecem ante à possibilidade de nos tornarmos cientes de quem realmente somos, de quanto poder reside em nós.

Para isso, criaram os guardiões que nos impedem o acesso à fartura e à tranquilidade material, por meio de seu sistema financeiro exploratório, à base de juros e de impostos abusivos, criando a sensação perpétua de escassez e insegurança. Deram origem aos guardiões da ciência e história, que nos ocultam todas as descobertas relacionadas à energia livre, como também a verdade sobre a nossa história e tudo a nossa volta.

Por último, postaram a derradeira fileira de guardiões, adiante das portas de acesso à sabedoria esotérica e extra-dimensional, composta pelas religiões e seus sacerdotes. Lembrem-se da frase: "seres iníquos, guardam as portas dos céus, onde não conseguem entrar, como também não deixam que ninguém entre". Nem tudo o que dizem em seus escritos está errado, uma vez que se expressam por "meias-verdades".

A maioria das religiões atuais se baseia em filosofias estóicas e preconizam a passividade e uma dependência absoluta de terceiros. Transformam o homem pensante em gado abúlico e servil.

É nosso dever não nos tornarmos parte desse rebanho apático, pois assim estaríamos servindo aos propósitos dessa torpe casta de psicopatas, que vem obsediando Gaia, há milênios.

As meias-verdades apregoadas por nossas religiões, tanto as ocidentais quanto as orientais, tem um único objetivo: o de nos dirigir para a total ignorância e passividade.

A promessa do paraíso ou do nirvana, para àqueles que se submeterem passivamente às regras de nossa injusta sociedade, nem mesmo tem fundamento, quando analisada sob a lógica universal, uma vez que nunca foi propósito da Fonte, que suas expansões fractais estacionassem eternamente, em qualquer tedioso plano de descanso. O fim de toda criação é expansão contínua.

Nem sempre é certo oferecer a outra face aos agressores; existem agressores que não se importam. Nem sempre é certo dar a César, o que é pretensamente dele, e morrer na inanição.

Mas, sobretudo, nunca é certo abrir mão da soberania pessoal, em favor de terceiros.

O Fráter da Conscendo deve ter completa confiança, de que todo o conhecimento e poder se encontram adormecidos dentro de si. Como fractal do Pai, da Fonte, você é totipotente e NUNCA deve delegar sua soberania a outrém, à mestre algum, à avatares, gurus, sacerdotes, profetas, religiões, à Conscendo Sodalitas, à ninguém... os textos e vídeos da Conscendo tem somente um propósito, dar o empurrão inicial, para que os fráteres possam trilhar sozinhos a senda ascencional, incrementando e utilizando a intuição pessoal, a sagrada ligação com o Pai, com o Fractal Raiz.

A intuição desenvolvida empodera, poupa éons de tempos de encarnação, nos coloca às portas do Templo e é nossa maior qualidade, a ligação do chackra mais sublime, a rosa de mil pétalas, com o Eu Superior, com o Pai.

Na quinta densidade, a próxima realidade que se aflora para Gaia, as religiões serão uma exceção para a maioria da população, uma vez que, com os chakras desbloqueados, saberemos intuitivamente o caminho a seguir, independendo-nos de qualquer guia externo.

Nos pródromos da quinta densidade, já podemos sentir e inferir que a compaixão e o amor desinteressado são nossos objetivos. E o amor desinteressado não é passivo, não se porta como gado abúlico, não alimenta os defeitos do próximo, não compactua com eles e sim, os corrige.

O amor atrai tolerância, altruísmo, confiança, longevidade e paz. A ausência dele, inveja, ira, intolerância, egoísmo, desconfiança, ganância, guerra e morte precoce. Não é difícil inferir qual o caminho acertado.

Posteriormente, compreenderemos que nem mesmo o amor é o mais nobre dos sentimentos, como alegou o apóstolo dos gentios, o mais nobre dos sentimentos é a integração e a unificação.

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas