Memórias Implantadas e Karma

As memórias implantadas e suas implicações no karma


Saudações aos fráteres e sórores da Conscendo,

Dizem que a realidade é mais fantástica do que a fantasia e é correto.

Voltamos a afirmar que nada a nossa volta é real, exceto as consciências em expansão, ou seja, os fractais (ou almas) que participam do jogo, do que chamamos de vida, de experiência nos planos dimensionais.

Você que se encontra, nesse exato momento, em frente ao seu computador, celular ou televisão, tenha ciência, que está vivendo uma simulação aqui em Gaia, e tudo a sua volta é projeção mental, nos moldes das realidades virtuais digitais; encontra-se em um jogo, no qual o objetivo é angariar conhecimento e expansão.

Quem escolheu jogar, ou quem o colocou aí, agora, nessa situação, foi você mesmo, à partir de uma dimensão superior; o seu Eu Superior escolheu esta experiência, pois quis e julgou útil. Por meio da vontade, descendeu dos planos mais sutis, até a tosca 3D, a fim de conseguir a preciosa expansão, que só desse modo seria possível. Por acaso, seu Eu Superior projetou não só você, a partir de sua morada sutil, mas diversas outras personalidades, que estão partilhando o mesmo palco terreno, nesse mesmo momento.

Sendo assim, pessoas as quais julga estranhas podem, por vezes, ser suas irmãs de alma, ou melhor, serem você mesmo, em um nível superior. Por isso, sempre repetimos, que a individualidade egóica é uma ilusão. Para exemplificar, o seu Eu Superior, no nível átmico, o que equivaleria para nós como sendo a 8D, projeta, simultameamente, 144 indivíduos encarnados na 3D física.

Você não perde a individualidade, quando ascende até o nível da 8D, mas incorpora, em sua bagagem, a experiência de mais 143 fractais distintos. Para o "Indivíduo Átmico" é mais inteligente e econômico se expandir com a experiência de 144 indivíduos, encarnados simultaneamente. Ele sabe, quer e pode, então o faz.

Outra coisa fantástica é que muitas das pessoas com quem convivemos, não são reais, são apenas criações virtuais da matrix, sem ligação com a Fonte, sem Alma, que servem apenas para proporcionar uma melhor experiência, para os verdadeiros atores do palco existencial, os fractais em expansão. Essas criações são denominadas bots e foram abordadas no vídeo "A matrix e os bots".

O que também apenas uma minoria ínfima dos despertos sabe, é que muitas das nossas memórias de fatos pretéritos, que julgamos reais, foram implantadas e são falsas.

Muitas das sementes estelares entrantes, principalmente entidades índigo, cristal e diversas outras, podem se encaixar na matrix terrena, melhor dizendo, podem reencarnar aqui, a partir de corpos já desenvolvidos, de adolescentes ou mesmo, de adultos.

Esses veículos corpóreos podem ser habitados, no período de infância e adolescência, por fractais reais que, posteriormente, o entregam à semente estelar entrante. Podem também ser bots (seres virtuais), criados e mantidos pela matrix, pelo período exigido, desde o nascimento, até o momento da entrega.

Quando a alma entrante, a que vai reencarnar em Gaia, se apodera de um corpo já desenvolvido, as memórias, reais ou fictícias, do personagem que irá doar o corpo, são implantadas nessa mesma alma entrante. Isso facilita a convivência com as novas família e sociedade terrenas, já que as recordações da vivencialidade pretérita, daquele ser doador, serão assimiladas.

A semente estelar, que se apossa do corpo doado, por sua vez, incorporará as memórias da vida do doador, como sendo suas, e será incapaz de inferir que aquelas lembranças são falsas. O doador não é lesado, pois isso se sucede após concordância prévia, no período pré-encarnatório.

Isso sempre ocorreu no esquema reencarnatório gaiano, mais frequentemente com almas mais evoluídas, que prescindem entrar numa encarnação, nos períodos primordiais de desenvolvimento, mas ocorre, do mesmo modo, em outras situações, como traumas e inumeráveis outras, que abstemo-nos de aqui citar, para não desviarmo-nos do propósito desse vídeo.

O fractal entrante absorve erradamente, como sendo de sua autoria, tanto as atitudes corretas, quanto as erradas ou anti-éticas, que seu antecessor tenha cometido, até a época da assimilação do corpo. Se o mesmo não tiver se preparado, anteriormente, criará karma, por meio da culpa, por atos que não cometeu.

Temos repetido, regularmente, que nenhuma carga cármica nos é atribuída por leis universais inexoráveis. O karma pessoal nada mais é do que energia acumulada de culpa, originada por ações pessoais, certas ou erradas, mas que o indivíduo julga anti-éticas, seja por conta de concepções religiosas ou sociais.

Podemos adiantar que todos nós, sem excessão, temos, ou já tivemos, memórias implantadas que não são nossas. Isso reforça a inutilidade de nos atribuirmos culpa e, por consequência, karma, por atos que podem, eventualmente, não ter sido cometidos por nós mesmos.

Não viva o passado, pois ele não tem relevância. Não importa quem fomos, importa quem somos e quem seremos.

Temos que nos focar no presente, no nosso eu atual, como também no futuro, objetivando quem queremos ser, o resto não importa, uma vez que nenhuma diretriz universal visa a punição ou o revanchismo. O indivíduo que errou, mas que já aprendeu a lição, não é punido e, nem mesmo, forçado a repetí-la.

O universo e suas regras são complexos, cheios de nuâncias, que compreendemos apenas parcialmente, mas que um dia, compreenderemos como um todo.

A despeito de tudo, tratamos-nos de alunos avançados, para o nível da tosca 3D, pois o que aqui abordamos são temas profundos, debatidos e compreendidos mais comumente apenas por alunos da 7D.

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas