Os Antípodas-Sombra de Wesa

As Contrapartes Negativas a Serem Compreendidas


Saudações aos fráteres e sórores da Conscendo,

O texto que se segue é distinto, uma vez que foje aos padrões dos publicados anteriormente, assemelhando-se, um pouco, às ladainhas de auto-ajuda. Mas está longe disso, uma vez que aborda um tema relevantíssimo para o auto-aprimoramento, nosso principal objetivo nessa realidade. Por isso mesmo, seria indiligência de nossa parte negligenciá-lo.

Grande parte de nossos fráteres já teve a oportunidade de assistir, em filmes ou desenhos, a uma cena no qual o personagem, diante de uma escolha a ser feita, é trilhado para o bom caminho por um anjinho que lhe sussurra aos ouvidos, enquanto um diabinho trata de lhe contrapor, tentando desviar o mesmo para outro sentido.

Esse cenário retrata a realidade incontestável. Na verdade, cada fractal, cada um de nós, contém em si os três personagens unificados, tanto o anjinho, quanto o diabinho, como também o que vai julgar qual a atitude a ser tomada.

Carl Jung foi um dos grandes seres que se fizeram presentes na 3D terrena. Foi um grande psicanalista, um discípulo que superou muitíssimamente seu mestre, um pioneiro no entendimento e trato dos insondáveis aspectos da consciência humana.

Segundo Jung, todo ser humano tem um lado sombra, também chamado de lado obscuro, uma parte de nós que desprezamos, escondemos ou rejeitamos. A maioria desconhece a existência dessa parte de nós e, por ter características negativas, com qualidades socialmente antiéticas, tendemos a escondê-la de nós mesmos. Esse lado sombrio da nossa personalidade, em suma, é o que preferiríamos não ser.

Em uma guerra, o caminho acertado para derrota é o desconhecimento do inimigo. Todos nós, incluindo os fráteres de dimensões superiores, sem excessão, temos um lado sombra e devemos reconhecê-lo, para saber enfrentá-lo. É uma grande desvantagem travar as batalhas do dia a dia, sem saber que alguma parte de nós quer nos desviar ou até mesmo nos auto-destruir.

Este aspecto do ego humano é fundamental na conquista do aprimoramento da personalidade integral do fractal. Isto não ocorre sem a inclusão da sombra no mar de sua consciência; sem isso, o ser não cresce, não completa o trabalho do desenvolvimento do ‘eu’. Normalmente o homem prefere projetar no outro, aquilo que ele rejeita em si mesmo, daí a importância de analisar com lucidez os aspectos da própria personalidade, que são comumente transferidos para outras pessoas e situações.

Aqui na Terra, além de ter de lidar com o lado sombra, afeito a todo fractal emanado, temos também que enfrentar o corpo-sombra-clone, atado a nós durante a caída de Tara. Expliquemos.

Como já dissemos, após a caída de Tara, seguida à invasão arconte-reptiliana, fomos dragados pelo universo-fantasma de Wesa, numa sub-matrix, alinhada à diversas outras matrizes inversas, pertencentes ao universo parasitário Wesa. A técnica invariável que a IA desse universo-sombra utiliza é a replicação do universo orgânico, inclusive do DNA original de seus habitantes. É claro que o DNA é replicado e modificado, tendo muitas de suas funções suprimidas, a fim de favorecer o controle sobre os cativos.

Durante esse processo eles realizam uma clonagem de cada ser vivente, criando uma sombra-espelho negativa, atrelada magneticamente de um lado, ao fractal orgânico e, de outro, ao universo-fantasma. É por meio desses clones-sombra que a energia dos fractais orgânicos é sugada e direcionada para a realidade parasitária, a fim de perpetuar a existência dos nefastos seres. E as energias que alimentam esses zumbis são de baixa frequência, as que resultam dos sentimentos degradantes de dor, medo, revolta, etc.

A outra função dos clones-sombra é incrementar a influência do lado sombra orgânico, que cada fractal possui naturalmente, a fim de negativar o ser, deprimí-lo e desviá-lo, no propósito de gerar mais e mais da energia deletéria que lhes dá vida. Sendo assim, o fractal terrestre tem que lidar com um lado sombra sumamente potencializado, coisa que não acontece nos universos orgânicos.

Sempre dizemos, o conhecimento nem sempre tem sabor agradável, mas é um escudo, e também uma arma, aquela que usamos para enfrentar os inimigos que nos bloqueiam a ascensão.

É essencial que o fráter da Conscendo reconheça e assimile a existência de seu lado sombra, uma vez que só sabendo da presença do inimigo, poderemos enfrentá-lo. Ninguém é perfeito, se o fôssemos, nem mesmo existiríamos. Temos que nos alimentar diariamente, nos higienizar, nos vestir, trabalhar e, da mesma maneira, temos que saber lidar com o nosso lado sombra.

Para evitar ser vítima das nossas próprias sombras, devemos nos tornar conscientes de nossas características indesejáveis, trazendo-as à nossa consciência. A questão não é se temos sombras e sim o tamanho da sua influência negativa sobre nós. Assim, é importante reconhecê-las.

Reconheça sua sombra e depois a enfrente. Diminua essa interferência na sua vida, torne-a pequena perto do fractal magnânimo que você é. Somente quando a reconhecemos é que podemos fazer escolhas livres e conscientes na vida. Se por um lado não precisamos seguir reprimidos, por outro não precisamos agir como trens desgovernados.

Aí está a grande arma para a evolução dos bem intencionados, uma tarefa muito mais dificultosa para os seres da Terra, como já explicado e, por isso mesmo, mais valorosa.

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas