Conscendo Sodalitas

Comissão Trilateral - Dinheiro e Poder

Qual era a natureza econômica da força propulsora dentro da Comissão Trilateral? As grandes empresas multinacionais — aquelas com representação na Trilateral — que consistentemente se beneficiavam com as políticas e ações da Comissão. Acadêmicos elegantes como Brzezinski, Gardner, Allison, McCracken, Henry Owen, etc., serviam somente para dar uma justificativa "filosófica" à exploração do mundo.

Não subestime o poder ou a distância que eles já tinham percorrido até 1976. A base econômica deles já estava estabelecida. Gigantes como Coca-Cola, IBM, CBS, Caterpillar Tractor, Bank of America, Chase Manhattan Bank, Deere & Company, Exxon, e outros virtualmente fazem aquilo que resta das empresas americanas parecerem anões. Por exemplo, somente o valor de mercado da IBM era maior do que todas as ações na Bolsa de Valores. O banco Chase Manhattan tinha cerca de 50 mil agências ou correspondentes bancários em todo o mundo. Tudo que chega aos nossos olhos e ouvidos é rigidamente controlado pela CBS, pelo jornal The New York Times, pela revista Time, etc.

A coisa mais importante de todas é lembrar que o golpe de misericórdia político precedeu o econômico. O domínio do Poder Executivo do governo americano forneceu toda a alavancagem política necessária para enviesar as políticas econômicas globais e dos EUA para o próprio benefício deles.

Por volta de 1977, a Comissão Trilateral tinha notavelmente se tornado especialista em usar as crises (e criá-las, em alguns casos) para trazer os países para dentro da Nova Ordem Internacional; porém eles encontraram reações adversas ameaçadoras a partir dessas mesmas crises.

No fim, a maior crise de todas foi a do estilo de vida americano. O povo nunca esperou que esses grupos poderosos e influentes trabalhassem contra a Constituição e as liberdades, inadvertida ou propositadamente, e agora, os princípios que ajudaram a construir este grande país estão praticamente reduzidos ao som de murmúrios incompreensíveis.

Teria sido danoso o suficiente se o domínio do governo Carter pela Trilateral fosse uma mera anomalia que ocorreu uma única vez, mas não! As eleições presidenciais subseqüentes trouxeram George H. W. Bush (vice do presidente Reagan), William Jefferson Clinton, Albert Gore e Richard Cheney (vice de George W. Bush) ao poder. Portanto, toda administração, desde o governo Carter, teve representantes de alto nível da Comissão Trilateral na presidência, vice-presidência, ou até mesmo em ambas!

É importante observar que o domínio da Trilateral transcende os partidos políticos: eles dominaram ambos os partidos Democrata e Republicano com igual desenvoltura.

Além disso, o governo que antecedeu Carter também foi muito amigável e útil para a doutrina da Trilateral: O presidente Gerald Ford assumiu o governo após a renúncia de Richard Nixon e então indicou Nelson Rockefeller como seu vice-presidente. Nem Ford nem Rockefeller eram membros da Comissão Trilateral, porém Nelson era irmão de David Rockefeller e isso já diz tudo. De acordo com as memórias de Nelson Rockefeller, ele originalmente apresentou o então governador Jimmy Carter a David e a Brzezinski.

Como a Comissão Trilateral efetivou seu objetivo de criar uma Nova Ordem Internacional ou uma Nova Ordem Econômica Internacional? Os membros da Comissão foram colocados no comando das instituições de comércio global, sistema bancário internacional e política externa.

Por exemplo, o Banco Mundial é um dos mecanismos mais críticos no motor da globalização. [17] Desde a fundação da Comissão Trilateral em 1973, o Banco Mundial teve somente sete presidentes, todos os quais foram indicados pelo presidente dos EUA. Desses sete, seis vieram das fileiras da Comissão Trilateral!

* Robert McNamara (1968-1981)

* A. W. Clausen (1981-1986)

* Barber Conable (1986-1991)

* Lewis Preston (1991-1995)

* James Wolfenson (1995-2005)

* Paul Wolfowitz (2005-2007)

* Robert Zoellick (2007 até o presente)

Outra boa evidência de domínio é o cargo de Representante Comercial dos EUA (USTR), que está criticamente envolvido na negociação dos muitos tratados de comércio e acordos internacionais que são necessários para criar a Nova Ordem Econômica Internacional. Desde 1977, foram dez os Representantes Comerciais indicados pelo presidente. Oito deles eram membros da Comissão Trilateral:

* Robert S. Strauss (1977-1979)

* Reubin O' D. Askew (1979-1981)

* William E. Brock III (1981-1985)

* Clayton K. Yeutter (1985-1989)

* Carla A. Hills (1989-1993)

* Mickey Kantor (1993-1997)

* Charlene Barshefsky (1997-2001)

* Robert Zoellick (2001-2005)

* Rob Portman (2005-2006)

* Susan Schwab (2006-presente)

Isto não quer dizer que Clayton Yeutter e Rob Portman não fossem simpáticos aos objetivos da Trilateral, porque eles certamente eram.

O cargo de gabinete de Secretário de Estado também já viu sua porção de membros da Comissão Trilateral: Henry Kissinger (administrações Nixon e Ford), Cyrus Vance (Carter), Alexander Haig (Reagan), George Shultz (Reagan), Lawrence Eagleburger (George H. W. Bush), Warren Christopher (Clinton) e Madeleine Albright (Clinton). Houve também alguns Secretários de Estado em exercício que também vale a pena citar: Philip Habib (governo Carter), Michael Armacost (governo George H. W. Bush), Arnold Kantor (governo Clinton), Richard Cooper (Clinton).

Finalmente, deve ser observado que a Reserva Federal também tem sido dominada pela Comissão Trilateral: Arthur Burns (1970-1978), Paul Volcker (1979-1987), Alan Greenspan (1987-2006). Embora a Reserva Federal seja uma empresa privada, o presidente dos EUA "escolhe" o presidente para um mandato perpétuo. O atual presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, não é membro da Comissão Trilateral, mas está claramente seguindo as mesmas políticas globalistas que seus predecessores.

O ponto levantado aqui é que o domínio da Comissão Trilateral sobre o Poder Executivo do governo dos EUA não somente continuou, mas foi fortalecido desde 1976 até o presente. O padrão tem sido deliberado e persistente: Indicar membros da Comissão Trilateral para posições críticas de poder para que eles possam então implementar as políticas da Comissão.


techo extraído do site www.espada.eti.br

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