Conscendo Sodalitas

CFR e a Nova Ordem Mundial

O que o presidente do CFR, David Rockefeller, estará querendo conseguir com o "seu" CFR? Veremos que o círculo do poder do CFR não mudou desde a sua fundação em 1921 no Hotel Majestic, em Paris. No número comemorativo do 50º aniversário da Foreign Affairs, publicação trimestral oficial do CFR, Kingman Brewester Jr., embaixador americano no Reino Unido e reitor da Universidade de Yale, escreveu um artigo com o título "Reflexões sobre o nosso propósito nacional". E definiu qual é esse propósito: "Nosso propósito nacional deveria ser abolir a nacionalidade americana e, ao mesmo tempo, correr o risco convidando outros países para compartilhar sua nacionalidade conosco...".

Também na revista Foreign Affairs, em abril de 1974, Richard N. Gardner, ex-assistente da Secretaria de Estado, escreveu: "em breve a Casa da Ordem Mundial terá que se constituir de baixo para cima e não ao contrário (...) uma erosão da soberania nacional dará muito mais frutos do que o típico assalto à moda antiga". James Warburg, filho de Paul Warburg, fundador do CFR e membro da Equipe de Pensadores de Franklin Delano Roosevelt, declarou, diante do Comitê de Assuntos Internacionais do Senado, em 17 de fevereiro de 1950, que "teremos um Governo Mundial, querendo ou não, com o nosso consentimento ou sem ele".

No livro The Future of Federalism, Nelson Rockefeller proclamou: "Nenhuma nação pode defender hoje a sua liberdade ou satisfazer as necessidades e aspirações de seu próprio povo de dentro de suas fronteiras ou por meio apenas de seus próprios recursos (...) E, assim, a Nação-Estado, sozinha, ameaçada de tantas formas, nos parece tão anacrônica agora como as cidades-Estado gregas dos tempos antigos".

Desde antes de 1942 o CFR vem planificando a Nova Ordem Mundial. Um editorial, publicado na página dois do Baltimore News-Post de 7 de dezembro de 1941 (dia do ataque a Pearl-Harbour), mostra como os pensamentos do CFR eram insinuados nas mentes das multidões antes que, explicitamente, se falasse dos temas que se desejava abordar.

Quincy Wright, professor de Direito Internacional (!) da Universidade de Chicago, fez a mais clara e precoce declaração sobre a Nova Ordem Mundial quando em 1941 a descreveu, deixando claro que a soberania nacional e a independência das nações seriam limitadas por um Governo Mundial. Em 25 de outubro de 1998, Terry Boardman, em um discurso sobre a Nova Ordem Mundial na Rudolf Steiner House de Londres, explicou a um auditório de 1.500 pessoas que Quincy Wright referia-se, em seu tempo, aos três sistemas continentais: os "Estados Unidos da Europa", o Sistema Asiático e a União Pan-Americana. Wright também predisse que cada sistema continental teria uma força militar comum e que os exércitos nacionais seriam drasticamente reduzidos ou diretamente proibidos!

Com o advento de um Governo Mundial, um Exército Mundial, uma Religião Universal e uma Moeda Única, por que desejaria a família Rockefeller submeter uma soberania, um poder governativo e uma riqueza americana, que já controla, em benefício de um Governo Mundial? Esse Governo Mundial não ameaçaria seu poder financeiro? A não ser, naturalmente, que os Rockefeller, o Clube Bilderberg e o CFR esperem controlar também o Governo Mundial! Seria o objetivo final do Governo Mundial criar um único Mercado Global, controlado por um Governo Mundial que controlaria também, por sua vez, os tribunais, as escolas, os hábitos de leitura e os pensamentos das pessoas, vigiado por um Exército Mundial, regulado financeiramente por um Banco Mundial através de uma única moeda global e povoado por uma população conectada a um Computador Global por meio de microchips? A liberdade não é gratuita. Custa tempo, dinheiro e esforço. A escravidão, sim, é.

É importante entender que as conferências e encontros do CFR, do Conselho das Américas, do RIIA-Royal Institute of International Affairs – atual Chatham House, do Instituto de Relações Pacíficas, da Comissão Trilateral e, mais recentemente, da Fundação Gorbachev, da Fundação Bill Gates e – acrescenta o autor deste artigo - do Foro de São Paulo, não são os lugares onde se tomam as decisões mais importantes ou se definem as novas estratégias. Esses encontros sociais apenas capitalizam o trabalho dos grupos de trabalho e estudo. Em dezembro de 2005, em uma reunião realizada em Montevidéu, o Foro de São Paulo "decidiu" que na Cúpula do Mercosul, que seria realizada no ano seguinte, em 20/21 de julho de 2006, a Venezuela deveria ser incorporada ao Mercosul como membro pleno, como de fato ocorreu![*]

Quando o assessor do presidente Roosevelt, o espião soviético Alger Hiss, que em 1945 participou da Conferência de Yalta, onde trabalhou na negociação do que viria a ser a ONU e ocupou temporariamente o cargo de Secretário-Geral dessa organização e de presidente da Fundação Carnegie para a Paz Internacional, uma entidade que tem estado presente em todos os encontros do Bilderberg, em novembro de 1954, depois de cumprir 44 meses de cadeia por suas atividades de espionagem, montou, com seus ex-companheiros do Departamento de Estado dos EUA, o Departamento de Assuntos de Segurança e Política da ONU.

Durante os últimos 45 anos, uma intensa propaganda em favor da ONU convenceu muitas pessoas de que as palavras "Paz" e "Nações Unidas" são intercambiáveis. O paradoxal, no entanto, é que entre essas leis e regulamentos encontra-se a norma de que o chefe desse Departamento de Assuntos de Segurança e Política da ONU será sempre um cidadão soviético, militar ou pessoa designada pelos russos. E assim tem sido. Desde 24 de outubro de 1946, quando foi escolhido Arkady Sobolev, em um levantamento realizado até 1997, 14 comunistas – todos cidadãos soviéticos, com exceção de Kieran Prendergast, membro do Clube Bilderberg - presidiram esse posto vital na ONU.

Isso, todavia, ainda não é tudo! Segundo um relatório da Environmental Conservation Organization de janeiro-fevereiro de 1996, "a Comissão sobre o Governo Global crê que os eventos mundiais, desde a criação da ONU em 1945, juntamente com os avanços tecnológicos, a revolução da era da informação e a nova consciência ambiental global, criarão um clima em que as pessoas de todo o mundo reconhecerão a necessidade e os benefícios de um Governo Global. Esse Governo Global segue um procedimento concreto e tem objetivos para os quais emprega toda uma variedade de métodos, nenhum dos quais oferece ao governado a oportunidade de votar ‘sim’ ou ‘não’ ao que se decide. As decisões são tomadas pelos corpos administrativos ou os corpos de delegados ‘designados’ ou as organizações civis secretas ‘credenciadas’ e, de fato, já estão sendo aplicadas muitas das recomendações publicadas pela Comissão".

O Governo Global baseia-se na crença de que o mundo está preparado para aceitar "uma ética civil global" baseada em um conjunto de valores fundamentais que podem unir as pessoas de todas as procedências culturais, políticas, religiosas e filosóficas.

E quem vai pagar tudo isso? Claro que é você. Nada é de graça nessa bela nova comunidade, à exceção de muitas novas responsabilidades impostas à força, em troca de um escasso punhado de direitos que, de fato, já desfrutávamos antes que o Governo Mundial os arrebatasse. Nesse sentido, será imposto um "consenso" sobre os impostos globais necessários para satisfazer as necessidades de funcionamento do Governo Global.


Trecho extraído do site brasilacimadetudo.lpchat.com

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