Conscendo Sodalitas

A História não Conhecida - O Início

O nosso universo faz parte de uma sistema de infinitos outros, cada qual funcionando sobre regras próprias e diversas, bem como regidos por métodos evolutivos variados.

Como já foi mencionado, no início, Magnânimos Seres, de inconcebível desenvolvimento, oriundos de múltiplas cadeias ascencionais, de diversos outros universos, decidiram criar um novo palco, para que nele uma miríades de novos seres atingissem a iluminação.

Assim teve início o atual período manvantárico.

Vários períodos aqui citados se referem a várias centenas de milhões de anos, as quais não nos arriscamos a precisar, em razão da alta possibilidade de erro.

No começo, as civilizações não se manifestam diretamente no plano físico, existe um período de amortalhamento monádico, na qual ela vai sucessivamente se envolvendo com matérias dos planos intuicional, búdico, mental, astral e, finalmente, do físico. Esse período dura milhões e milhões de anos. Como existem os planetas físicos, existem outros invisíveis à nossa visão física, constituídos apenas de matérias astral e mais sutis, de mental e mais sutis, e assim por diante.

Seres de elevada evolução, habitantes de dimensões conscienciais mais elevadas, nos revelaram que a civilização humana física teve origem na constelação de Lyra, principalmente em planetas ao redor de Vega, sua principal estrela. A raça humana não foi uma das raças primevas da galáxia e parece ter se originado a partir de manipulação genética de uma espécie original do tipo felina, que fez parte do grupo evoluidíssimo de Engenheiros Siderais que construiram a galáxia.

Quando nos referimos ao surgimento da raça humana física, ou de qualquer outra, ele não acontece repentinamente, decorre de modificações genéticas provocadas paulatinamente, em seres provindos, na maioria das vezes, da demorada evolução animal. Excessões são feitas para aqueles que são oriundos de evoluções anteriores, de outros universos, que aqui se estabeleceram a fim de completá-las.

Conceber uma data exata para esses eventos é por demais arriscado, pois a relatividade temporal e outros fatores dimensionais afetam sobremaneira tal demarcação, mas pode se dizer que isso ocorreu bilhões de anos atrás.

Sabemos depois que as civilizações humanas evoluiram a ponto de construirem grandes naves espaciais e procederem à viagens outros sistemas estelares, colonizando vários deles.

Concomitantemente à colonização humana de Lyra, outra civilização também surgiu na constelação de Orion, composta por seres de aspecto reptiliano que também não eram uma raça primordial, pois foram criados a partir de modificações genéticas de Indivíduos originais alados, também componentes do grupo de Engenheiros Siderais criadores da galáxia.

A raça humana de Lyra e a raça reptiliana de Orion tinham e ainda tem diferenças marcantes em suas personalidades. Ambos tinham instintos colonizador e expansionista marcantes mas, enquanto os humanos lirianos colonizavam outros mundos, com o intento de convivência pacífica com as civilizações não humanas vizinhas, os reptilianos de Orion tinham objetivos mais dominadores, os de submeter às demais colônias galácticas, ao seu julgo, tornando-as escravos servis.

Por questões que remontam a origem de sua espécie, os reptilianos se consideram os naturais donos de todos os orbes, se julgam superiores às demais raças e, geralmente, tem tecnologia material superior aos demais, porquanto possuem naves e armas físicas de inacreditável poder. São muito materialistas e guerreiros implacáveis, e se orgulham muito disso. Milhões e milhões de anos de evolução, não foram suficientes para dissipar essas idéias individualistas de soberba dos reptilianos.

Os humanos são a contraparte evolutiva nesse universo. Dão mais valor à intelectualidade e aos aspectos espirituais, concernentes à sua existência. Com o decorrer de suas vidas, tendem mais a se posicionar para os aspectos positivos da criação, pois sabem da harmonia e felicidade que o bem proporciona.

Quando nos referimos às duas raças, o estamos fazendo em tom generalista, e não absolutista, uma vez que existiram, e ainda existem civilizações humanas extremamente belicistas e populações reptilianas adeptas do conceito de amor universal.

Voltando aos tempos passados de Lyra e Orion, notamos que a sociedade de ambas as raças era dividida em castas notáveis. Existiam a realeza, os sacerdotes, os guerreiros e os trabalhadores.

Houve então, um desentendimento entre as duas casas reais, a humana e a reptiliana, envolvendo disputas, a respeito da expansão territorial de cada um, o que resultou em uma grande guerra entre as duas partes, uma hecatombe nuclear, findando com a destruição de todas as civilizações humanas de Lyra.

Muitos lirianos conseguiram fugir, antes da destruição total e, com suas naves gigantescas, se dirigiram para diversos outros sistemas estelares. Fugiram para Sírius, Procyon, Andrômeda, e mesmo para alguns orbes de Rigel, na constelação de Órion, o sistema natal reptiliano, entre muitos outros.

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Súplica por Gaia

Nós, fráteres da Conscendo, sentímo-nos compelidos a expressar nossos desejos com o mental concreto e detalhar o que o causal suplica em sua pureza abstrata(continua)

Conscendendum

Há milênios, verdades importantíssimas e essenciais vem sendo ocultadas da humanidade. Uma humanidade sofrida, condicionada e hipnotizada pelos falsos valores (continua)

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Existe, nesse mesmo instante, um planeta nos aguardando, um mundo do futuro já moldado pelo poder mental criador do Logos e de todos, que só não nos é acessível, pois ainda (continua)