Ufognose


Introdução


Nossa galáxia, a Via Láctea, possui aproximadamente 300 bilhões de estrelas, cada qual com seus respectivos planetas. Nosso universo observável possui de 100 a 200 bilhões de galáxias.

É uma enorme pretensão achar que apenas esse pequeno grão de areia nessa imensidão, o planeta Terra, tenha vida. Já incorremos nesse erro em outras épocas quando insistíamos que a Terra era o centro do universo.

Pois bem, a verdade é que o universo palpita em vida e abundam as civilizações muito mais evoluídas que a nossa, tanto em termos morais,quanto em termos científicos. Mesmo aqui e agora, existem seres de evolução paralela à humana, que cohabitam o ambiente planetário terreno, sem que tenhamos conhecimento. Os seres elementais, compostos pela fina matéria etérica, são um exemplo. Outro exemplo são as civilizações intraterrenas que serão abordadas em outro tópico.

O homem leigo se estarreceria ao saber que além de existirem, eles já se infiltraram em nossa civilização. Os governos, com seus motivos egoístas, sempre ocultaram o que sabem sobre as culturas extra-terrenas.

É importante ressaltar que evolução científica não caminha, 'pari passu' com a evolução moral, embora essa vinculação seja a mais frequente; por isso, não raramente, encontramos civilizações extraterrenas malignas, avançadíssimas científicamente.

Por isso mesmo é um erro achar que todas as raças extraterrestres são amigáveis. Existem aquelas que, apesar da grande bagagem científica, tem interesses egoístas, não hesitando em usar os humanos como cobaias em experiências genéticas, mesmo que isso signifique o seu extermínio.

Há um grande número de raças extraterrestres conhecidas por estarem interagindo, atualmente, com a população humana. Em uma entrevista de 1998, Clifford Stone, um sargento aposentado do exército E.U.A., que serviu no exército por 22 anos e participou de operações secretas para recuperar naves extraterrestres acidentadas e entidades biológicas extraterrestres (EBE), revelou: "há um total de 57 raças extraterrestres conhecidas dos militares E.U.A.". Deste conjunto de raças extraterrestres, algumas são mais ativas do que outras, e são essas que afetam mais a soberania e a linha de evolução humana. O grande número de testemunhos sobre as diferentes raças extraterrestres indica que as motivações e as atividades de suas visitas podem variar muito, mas uma idéia pode ser obtida a partir de um exame aprofundado destes testemunhos.

Este relatório descreve as principais raças extraterrestres, mais comumente referidas na literatura, e que parecem ter mais importância estratégica para a raça humana. O relatório distingue essas raças extraterrestres com base nas suas ligações com o governo terreno. O primeiro grupo é formado por raças extraterrestres que firmaram acordos ocultos com o governo, chegando mesmo a participar de vários projetos conjuntos. O extenso conjunto de acordos secretos, firmados entre essas raças e o governo dos E.U.A. e o governo de outros países, sugere a existência de objetivos militares-industriais-experimentais de interesse comum. Certos grupos não governamentais de elite, que formam o verdadeiro governo oculto da Terra, como os Illuminati e os Bilderbergers, controlam a maior parte das informações concernentes à presença extraterrestre.

Há também um segundo grupo de raças extraterrestres, que estão fora dessa teia de acordos clandestinos. A maioria dos 'contatados' diz que essas raças parecem ser "amigáveis" com os humanos. Relatam que Eles se esforçam em oferecer soluções para que a humanidade se prepare para a verdade a ser revelada, em breve, acerca da presença extraterrestre e os desafios gerados pelo recebimento de tecnologia extraterrestre avançada, que eles pretendem nos repassar. Este último grupo pode ser a chave para a solução dos problemas globais, causados pelo primeiro grupo e pelo "governo terreno oculto".

A aceitação ou recusa em participar de atividades militares político-militares ocultas serve para distinguir a índole das raças extraterestres. Por exemplo, uma raça de extraterrestres é considerada 'hostil' se optar por se tornar parte de um plano político-militar secreto, projetos esses que frequentemente levam a violações dos direitos humanos e causam danos ao meio ambiente global. Ao contrário, uma raça de extraterrestres pode ser considerada 'amigável' quando se recusa a ser cooptada pelo 'governo terreno oculto', preferindo desempenhar um papel de observadora ou de orientadora.

Compreender as motivações e as atividades desses seres irá ajudar muito a responder adequadamente o dilema sobre quais raças extraterrestres contribuem para aumentar os problemas globais da humanidade, e quais raças extraterrestres trabalham para a sua evolução e emancipação.

Para dirimir quaisquer dùvidas à respeito da veracidade da existência extraterrestre inteligente, ou mesmo do contato que mantém com nossos governos, assista essas duas breves entrevistas com Edgar Mitchell, astronauta americano, tripulante da missão Apollo XIV e o sexto homem a pisar na lua: